..........................................................
No País da Desigualdade
' Em 2004, segundo o relatório " A Situação Social da União Europeia 2007", recentemente divulgado, Portugal tinha a maior assimetria na repartição do rendimento da UE. Em 2006 ( últimos dados disponibilizados pelo Eurostat ) ocupava a segunda posição.Pior só a Letónia. O rácio entre o rendimento dos 20% mais ricos e dos 20% mais pobres em Portugal era, em 2006, de 6,8. A média da UE ficava pelos 4,8. O índice de Gini ( varia entre 0-completa desigualdade-e 100%-uma pessoa concentra todo o rendimento-) apontava no mesmo sentido atingindo, nesse ano, em Portugal 38%, enquanto que a média da UE era de 30%.'
Em Portugal assiste-se à existência de duas realidades interligadas:assimetria na repartição do rendimento e pobreza. Em Portugal regista-se o agravamento da desigualdade salarial na última década, devido sobretudo ao aumento nos níveis salariais mais elevados.Esta situação reflete a fragilidade do sistema de ensino português que não tem conseguido as funções de qualificação e integração no mercado de trabalho ( população com um nível de escolaridade baixo e abandono escolar por parte dos jovens ). 'O mercado de trabalho português paga bem a quem tem mais qualificações e penaliza quem se apresenta de forma indiferenciada' é a opinião de Paulino Teixeira.
..........................................................
Profissão e Família
' O que faz correr os gestores? Sobretudo o trabalho, revela um estudo da McKinsey, mas há outros factores profissionais e pessoais que influenciam as carreiras.
Tal como as linhas dos gráficos que ilustram o desempenho das acções nas Bolsas, também os percursos dos executivos são feitos de picos. Altos e baixos que estão na origem dos pontos de viragem nas suas carreiras e que a McKinsey Global quis entender através do estudo " O que molda as carreiras".
A consultora entrevistou 891 executivos de vários países e sectores e conclui que os acontecimentos que desenham os maiores contrastes na vida profissional são originados no local de trabalho, e não nas suas vidas pessoais.'
Diogo de Silveira, presidente da Açoreana, diz que as suas escolhas foram feitas sobretudo por razões profissionais de entre algumas:
- surgimento de interesses em outras organizações (33% no caso dos homens e 18% no caso das mulheres, revela a McKinsey);
- convites para exercer novas funções na mesma empresa (26% para os homens e 24% nas mulheres).
..........................................................
Os melhores lugares do mundo para viver em 2008
Nova York, Londres e Paris são internacionalmente cidades de renome mas a empresa de Consultadoria Mercer escolheu Zurique ( Suiça ), como o melhor lugar para viver, segundo o inquérito anual desta empresa.
Cada cidade foi classificada segundo uma lista de factores incluindo o nível de congestionamento do tráfico, qualidade de ar e segurança pessoal, relatados por pessoas que vivem em mais de 600 cidades do mundo. No topo das 25 melhores cidades para viver, as cidades dos USA tais como São Francisco, Bóston e Chicago foram ultrapassadas por Geneva ( Suiça ), Vancouver ( Canada ) e
Auckland ( Nova Zelandia ). A cidade dos USA melhor colocada é Honolulu na posição 28.
O ranking é baseado num índice que tem como base de comparação a cidade de Nova York com índice 100. Varia de 108 ( Zurique ) a 13,5 ( Bagdad ).
..........................................................
Deixe o Ego na Gaveta
' Se quer fazer bons negócios não dê demasiada importância ao seu ego. O que realmente conta é o resultado final. '
' Quando há uma negociação há sempre dois egos em disputa. Querer ganhar todas nem sempre o ajuda a vencer a guerra. Márcio Miranda, guru brasileiro na arte de negociar, empresário e presidente da Associação Brasileira de Negociadores, explica que o ego é o principal entrave à realização de um bom negócio. Sobretudo, quando se trata de negociação ao mais alto nível, em que os interlecutores não gostam de ter a sensação de ter cedido de mais.'
|
Eurotrends, Lda. Praça de Alvalade nº9 e 9A, 6º piso sala 6.2 | 1700-037 Lisboa | Tel.: + 351 21 846 20 20 | Fax: + 351 21 846 20 21
email:eurotrends.lisboa@eurotrendspt.com | www.eurotrendspt.com Se não desejar receber esta newsletter, clique aqui
|